Mostrando postagens com marcador Reflexiva e reconstrutiva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reflexiva e reconstrutiva. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 4 de maio de 2015

...filosofias afins e enfins filosóficos...

   A atividade do dia do curso de PEAD incluía a visualização crítica do filme "Quanto vale ou é por quilo?".
   Quando li as sínteses críticas e sinopses  disponíveis na internet, antes mesmo de assisti-lo, já imaginei: "- Lá vem bomba! Já começa pelo fato de ser produção nacional..."
   Confesso que ir a cinemas, entrar em discussões cinéfilas e toda a gama de paciência e atenção que um filme requer, nunca me foram "um chamariz", por assim dizer... talvez em função deste meu preconceito e tal qual aconteceu com o filme Macunaíma, o filme não me chamou a atenção à primeira vista.
   As cenas iniciais, embora de caráter mais chocante que os tradicionais que abordam a questão da Escravidão no Brasil, traziam em si a mesma mescla de que o dinheiro empodera o ser humano cuja máxima expressão está no poder estipular o "valor do outro" ou o seu "peso social".
   Mas então, contrariando a síntese dantesca do trivial, novas imagens são inseridas e com elas, o desconforto!
   E o desconforto me faz rememorar a aquela letra de música que melodicamente, diz: "(...) É duro tanto ter que caminhar / E dar muito mais do que receber /E ter que demonstrar sua coragem / À margem do que possa parecer / E ver que toda essa engrenagem / Já sente a ferrugem lhe comer". (disponível em http://www.vagalume.com.br/ze-ramalho/admiravel-gado-novo.html)
   Durante as aulas de Geografia, insisto com os alunos que temos de enxergar além do visível, "pois além do horizonte deve ter algum lugar bonito pra viver em paz."... me peguei pensando em quantas vezes realmente podemos fazer este exercício em meio a esta pauliceia desvairada de nossa existência, que traz intrínseca a fatídica ideia do "pão caro e da liberdade pequena"... De certa forma, isso legitima minha insistência nas brigas contra aqueles que subjugam meu fazer pedagógico.
   Penso que este seja o maior desafio da minha profissão:  Ensinar/aprender a enxergar para aprender/ensinar a pensar.


terça-feira, 31 de março de 2015

Reflexões sobre o "recomeçar"...

... e cá estamos nós... tentando compreender esta nova ferramenta do nosso curso... A pergunta que não quer calar é: Onde foi parar minha foto do perfil?!
     Pede orientação pra um, vê vídeos de outro, mexe, reconfigura...
        Quatro anos e meio, divididos em 9 semestres!
        Confesso que, saber da estruturação do PEAD e suas 3.480 horas, divididas em 2.970 horas de atividades formativas, 300 horas de estágio docente, 210 horas de atividades complementares teórico-práticas de meu interesse, perfazendo uma carga horária semanal de 20 horas semanais, é sem dúvida alguma, apavorar-se com o desafio do recomeço, pois há tempos, ando afastada da rotina acadêmica.
       Quando o Professor Rafael nos falou que a metodologia de ensino-aprendizagem está embasada numa rede interativa e problematizadora, utilizando-se de ferramentas interativas em ambientes virtuais de aprendizagem, senti novamente um arrepio: "- Será que vou dar conta de tudo isso, trabalhando 60 horas?!"
        Quero acreditar que sim... ao menos, vou primar por sempre fazer o meu melhor, pois bem me conheço! Oxalá, eu esteja certa!