Mostrando postagens com marcador EDUAD 060 - Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia I. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador EDUAD 060 - Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia I. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

"A voz do coração" e as postulações freudianas

     A partir dos conceitos que estudamos na Interdisciplina de Desenvolvimento da Aprendizagem sob enfoque da Psicologia, tínhamos de escolher um trailer entre as sugestões e analisarmos as relações estabelecidas em sala de aula. Simpatizei com o filme "A voz do coração", então, passarei a analisá-lo:


      A história do filme está contextualizada a uma França ressentida pelas cicatrizes ainda latentes, resultantes do final da Segunda Guerra Mundial. Propõe reflexões acerca dos métodos de ensino repressores, ministrados em um reformatório para crianças orfãs e delinquentes, onde imperam atitudes autoritárias e imposições pessoais por parte dos professores, prevalecendo um ensino meramente depositário e impessoal, caracterizado pela REPRESSÃO. Em outras palavras, podemos ver uma instituição escolar que rejeita por completo as ideias, pensamentos, lembranças e desejos de seus alunos, como se o ensino catedrático e cientificamente organizado, fosse capaz de substituir, bloquear as angústias que estes indivíduos sociais traziam submergidos em seus INCONSCIENTES.    
       Em contrapartida, a chegada do professor de música Clémente Mathieu vai trazer um novo viés para o desenrolar dos fatos, pois sua postura humanística e afetuosa, atentando para as potencialidades e dificuldades individuais de cada aluno, corroboram de forma determinante para que cada um, compreenda-se importante e portanto, contributivo para o bom andamento coletivo das atividades do coral. Ao promover esta IDENTIFICAÇÃO, os alunos vão construindo suas auto-estimas, veem-se capazes de RACIONALIZAÇÃO  e portanto, de SUBLIMAÇÃO de seus sofrimentos, o que fica claro nos olhares que o menino e Clémente dedicam-se ao final da apresentação.
        Ao vencer o desafio de despertar em seus alunos o DESEJO DE APRENDER, é perceptível o orgulho sentido silenciosamente por Clément, enquanto é observado atentamente pela plateia emocionada, algo parecido com estas sensações congratulantes que sentimos, todas as vezes que percebemos que conseguimos fazer com que o aluno compreenda-se parte do mobiliário de nossa sala de aula, quando lhe propomos a construção de uma Escola que seja capaz de lhe trazer novas perspectivas de futuro.
   
REFERÊNCIAS

A voz do coração. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=ORK6TUndEs4, acesssado em 28 de novembro de 2015.
KUPFER. Maria Cristina. Freud e a educação: o mestre do impossível. Scipione. 1989


     

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Revisando conhecimentos




     Hoje, realizei a atividade encaminhada pela Interdisciplina de Desenvolvimento e Aprendizagem sob enfoque da Psicologia I que consistia no preenchimento de uma cruzadinha. Então, fiquei feliz porque consegui um bom resultado, utilizando-me para tanto apenas de minhas lembranças acerca das leituras que eu havia realizado. 
           Achei bem criativa e lúdica esta forma de atividade e acho que poderiam ser encaminhadas mais questões sob este formato. 

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Sobre as atividades da Interdisciplina 060 - Desenvolvimento da Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia I


       Semestre passado, tínhamos uma Interdisciplina sobre Corporeidade... 
     Uma das minhas frustrações quanto ao transcorrer desta, se pauta justamente na falta de retorno por parte dos tutores, ou ainda, do professor que ministrava as aulas... Sei que devemos nos considerarmos meio "autodidatas" em um curso desta modalidade de ensino... que devemos romper com as velhas concepções de estarmos condicionadas à aprovação de um professor para prosseguirmos na construção de nossas certezas... mas, na minha concepção, esse processo deve andar par e passo à criação de ambientes dialógicos, de trocas de experiências, para não dar a impressão de que o conhecimento tem um caminho de via única e intransponível.
       Pois bem... os dias se passam... vida que segue...
       Chegamos ao Segundo Semestre desta caminhada...
     E para meu descontentamento, vejo a mesma postura por parte da tutoria da Interdisciplina de Desenvolvimento da Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia, justamente aquela que ao meu ver, me parece uma das mais interessantes dentre as que estou cursando!  
   Externalizei meu descontentamento, múltiplas vezes... como o fiz com a disciplina de Corporeidade... 
    Nada, retorno algum! Minhas atividades continuam lá, religiosamente postadas até as datas limítrofes! 
       Para quê?! Para quem?!
       Sinceramente, me sinto desestimulada a continuar! 
       Por que cismar na dedicação de tanto esmero?! Zelar pela qualidade das produções que faço?!  
     Sinceramente, conheço bem o meu potencial! Gostaria muitíssimo que as minhas tentativas de aprimorá-lo recebessem melhor atenção... E que isso não se traduza no pedido de confetes, nem fogos de artifícios, ou anunciações explícitas de êxito... e sim, um desabafo de alguém que não quer se sentir como aquela Colombina que se preparou para o Carnaval e ficou frustrada porque a festa não aconteceu!





        

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

E o desafio é... Mecanismos de defesa...

Bom, a orientação que tínhamos era:
"Relatar um caso em que se utilizam 2 mecanismos de defesa (se preferir, podem ser 2 casos), mas sem explicitar o mecanismo. O relato deve ter no máximo, 6 linhas e deve ser postado no fórum "Mecanismos de Defesa".
Só pra variar, não consegui me ater às 6 linhas (hehehe), mas, o fiz:


Depois de muito procurar, João começou a trabalhar em uma loja de imagens de santos. Quando questionado pela dona da loja, havia afirmado, categoricamente, que conhecia cada uma daquelas imagens, mais por medo de perder a oportunidade do que necessariamente, estar dizendo a verdade!
    Os dias passam e uma senhora entra na loja, lhe pedindo uma imagem de São Jorge. Solícito, João vai até o estoque  e volta, trazendo uma imagem de São Pedro, com a chave na mão.
    - Meu filho, São Jorge não tinha um cavalo?! - Lhe questiona a cliente.
    João, pensou rápido e lhe respondeu:
    - Tinha, mas vendeu! Agora, ele tem uma Hilux! Olha só a chave na mão dele!
 E então? Qual (ou quais) os mecanismos utilizados por João?
Então, analisando meu exemplo, a colega Ester postou o seguinte comentário:

"Respondendo o exemplo da colega Ivonete o primeiro parágrafo nos dá a ideia do mecanismo utilizado de NEGAÇÃO devido a tentativa de esconder a realidade de não ter experiência e precisar do trabalho afirmando que tinha conhecimento da função. E no segundo parágrafo RACIONALIZAÇÃO que é o processo de achar motivos lógicos e racionais aceitáveis para ações inaceitáveis, ou seja, a troca das imagens foi justificada para convencer a compra, mesmo sabendo do erro."

Ela acertou na mosca! 

Que legal que consegui me fazer compreender!!






quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Pensando a Aprendizagem

1.    O que é aprendizagem?

Trata-se de um processo contínuo que se manifesta desde a mais tenra idade e continua a propagar-se ao longo da vida. Desta forma, não pode ser concebida tão somente sob esferas padronizadas, tampouco hierarquizadas, dada a sua complexidade. Enquanto fenômeno intrínseco, é a forma pela qual cada indivíduo social vai (re)configurando suas particularidades, seja a partir de experiências empíricas, seja nas correlações que vai estabelecendo com os diferentes meios.

2.    Como ocorre a aprendizagem?

A aprendizagem pode ocorrer nas mais diferentes circunstâncias e formas, em todas as fases do desenvolvimento humano. Ao nascer, a criança precisa ser estimulada a aprender a andar, a falar, sendo comum que procure se basear em modelos observados à sua volta na tentativa de imitá-los. Ao passo que o domínio da fala a impele a um maior aperfeiçoamento vocabular, torna-se capaz de análises mais complexas, inclusive posicionando-se criticamente em suas argumentações.

3.    Qual a relação entre aprendizagem e desenvolvimento?

 O processo de aprendizagem só acontece de forma efetiva quando aliada ao  desenvolvimento de novas atitudes e concepções, ou seja, à medida que o indivíduo conscientiza-se de suas aptidões, potencialidades e vai adquirindo novos conhecimentos, esses vão se refletindo no aprimoramento da forma como desempenha suas diferentes atividades, ainda que possam ser modificações concebidas a longo prazo.

4.    Qual a relação entre ensino e aprendizagem?

Toda aprendizagem predispõe aceitação por parte do indivíduo, demanda que esteja  aberto à novas experiências e assimilações. Ainda que quem ensina, precise estar atento à forma como conduzirá o processo, mesclando conhecimentos, sensibilidade e perspicácia, é importante que seu potencial como aprendiz se faça presente,  pois tal postura pode angariar significativos ganhos para seu aprimoramento, tanto pessoal, quanto profissional.

5.    Qual a relação entre afeto e aprendizagem?

Somente aquilo que nos é significativo é que produz aprendizagem. Se ao sentirmos um cheiro, um gosto ou mesmo, ouvirmos um som, somos capazes de rememorar fatos e situações passadas, podemos também estender esta mesma análise para nosso passado enquanto alunos. Sendo assim, o afeto é um condicionante bastante significativo para que ocorra, efetivamente, todas as fases deste processo de ensino-aprendizagem, em suas mais diferentes manifestações.

6.    Considerando suas respostas anteriores, como deveria ser, na sua opinião, o ensino na escola?


Primeiramente, penso que as turmas deveriam ser reduzidas, para que os professores tivessem condições de dar atenção necessária e igualitária a todos os seus alunos. Desta forma, poderia haver uma maior integração entre todos os atores envolvidos na tríade Escola X Aluno X Família. Além disso, deveria voltar-se uma maior atenção à qualificação do ensino, ao invés destas quantificações exacerbadas, embasadas em estatísticas infundadas, tão comuns nos dias de hoje.